O Grupo FTS Par arrematou o contrato de arrendamento da área portuária denominada PAR 50 no Porto de Paranaguá, com valor de outorga ofertado de R$1 milhão. O leilão, promovido pela empresa pública Portos do Paraná, foi realizado na B3, em São Paulo, nesta sexta-feira (24).
O contrato terá 25 anos de duração e prevê investimentos de R$338,2 milhões ao longo do período. A área, no lado oeste do cais do porto, tem 85 mil m² e é destinada à movimentação de granéis líquidos.
A FTS Par atua há mais de 35 anos no setor portuário, na movimentação de granéis sólidos e carga geral. Segundo o diretor institucional do Grupo, Alex Ávila, com este investimento o objetivo é oferecer novos serviços aos clientes. “O grupo busca diversificar as atividades, aumentando o portfólio de serviços, acompanhando sempre o desenvolvimento do mercado”, destacou Alex.
O secretário-executivo do Ministério de Portos e Aeroportos, Roberto Gusmão, destacou que acredita neste modelo com a participação da iniciativa privada nos portos brasileiros. “Nós entendemos que uma autoridade portuária forte tem condição de fazer o seu papel de agente de desenvolvimento do estado e ao mesmo tempo atrair a iniciativa privada, dando segurança jurídica ao investidor”, ressaltou Gusmão.
O diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia, lembrou que, desde 2019, a empresa que administra os Portos de Paranaguá e Antonina trabalha no arrendamento de áreas portuárias. “Para que a iniciativa privada com sua agilidade e competência possa desenvolver, da melhor maneira possível, as operações portuárias. Este é o caminho.”
Em março de 2022, a FTS Par já havia conquistado o terminal PAR 32 dedicado à carga geral.
Mais sobre a FTS Par
A FTS Par, grupo paranaense especializado em infraestrutura e logística, trabalha com serviços para viabilizar o comércio exterior.
As empresas do Grupo são:
A Fortesolo conquistou a recertificação das normas internacionais ISO 9001, ISO 14001 e ISO 45001, que fazem parte do Sistema de Gestão Integrado.
As certificações são mantidas através das recomendações por auditoria externa (RINA), o que reforça o compromisso da empresa com a melhoria contínua de todos os processos.
A ISO 9001 estabelece normas técnicas para um modelo de Gestão de Qualidade da empresa.
Já a ISO 14001 firma um Sistema de Gestão Ambiental, promovendo o cuidado e proteção do Meio Ambiente.
E a ISO 45001 estabelece objetivos para trazer melhorias de Saúde e Segurança do Trabalho.
A empresa também tem a certificação ISO 37001, que estabelece um Sistema de Gestão Antissuborno. A norma exige comprometimento de todos, com as premissas de Antissuborno e Anticorrupção.
A Fortesolo trabalha seguindo a gestão e implementação dos pontos exigidos por cada norma, tornando nossos serviços de alta qualidade e confiabilidade.
Na próxima semana, o Porto Ponta do Félix realiza o Simulado Completo de Resposta a Emergências, envolvendo Nitrato de Amônio no segmento de fertilizantes.
A atividade é desenvolvida pela Defesa Civil do Estado, em parceria com o Corpo de Bombeiros, Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina, Prefeitura de Antonina e Porto Ponta do Félix.
Na ação será utilizado o escopo do Sistema de Comando de Incidentes (SCI), uma ferramenta de gerenciamento de incidentes padronizada, para todos os tipos de sinistros e eventos, utilizada por diversos órgãos quando o assunto é emergência.
O objetivo é desenvolver e treinar os profissionais das diversas áreas de atuação e também estreitar as relações entre as instituições envolvidas.
É o Porto Ponta do Félix em ação!
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Conheça mais em www.portopontadofelix.com.br
No mês do Carnaval, a Fortesolo aborda o tema “Folia Consciente”.
Nos próximos dias, os colaboradores vão receber materiais informativos que destacam os cuidados com a saúde, principalmente sobre os riscos do alcoolismo e do tabagismo.
Nós somos um time!
A Fortesolo investe em ações que visam promover um ambiente saudável e seguro para todos!
O bem-estar dos nossos colaboradores é uma das nossas prioridades!
O Porto Ponta do Félix realizou nesta semana uma operação inédita!
A sua primeira navegação por cabotagem para a expedição do transporte de trigo.
A cabotagem é uma modalidade de transporte marítimo que acontece pela costa litorânea, de um porto a outro dentro do próprio país.
O cereal – produzido no Paraná e comercializado pela Coamo Agroindustrial Cooperativa – tem como destino os moinhos da região Nordeste.
No total, foram embarcadas 15 mil toneladas do produto.
A equipe da Coamo e o time do Porto Ponta do Félix acompanharam de perto a operação.
Foi um sucesso!
Conheça mais sobre o Porto Ponta do Félix:
O Porto Ponta do Félix, localizado em Antonina, litoral do Paraná, concluiu nesta quarta-feira (08) uma operação inédita: a sua primeira navegação por cabotagem para a expedição do transporte de trigo. O cereal – produzido no Paraná e comercializado pela Coamo Agroindustrial Cooperativa – tem como destino os moinhos do Ceará. No total, foram embarcadas 15 mil toneladas do produto.
A cabotagem é uma modalidade de transporte marítimo que acontece pela costa litorânea, de um porto a outro dentro do próprio país.
Segundo o presidente do Porto Ponta do Félix, Gilberto Birkhan, a operação abre espaço para o aumento na movimentação de grãos e cereais pelo terminal. “A navegação de cabotagem ainda é pouco explorada no Brasil, e é uma forma de movimentar as riquezas produzidas pelo agronegócio pelo transporte marítimo. Esta é uma ótima opção quando a distância entre a origem e o destino ultrapassa 1500 quilômetros”, explica Birkhan.
Navegação de cabotagem
Até o ano passado, a modalidade era realizada apenas por navios de bandeira brasileira. A Lei da Cabotagem derrubou esta exigência e liberou progressivamente o uso de navios estrangeiros no país. “As novas regras devem estimular a navegação na costa brasileira, elevando a oferta de embarcações e reduzindo os custos do setor”, destaca Birkhan.
Para realizar a operação, o Porto Ponta do Félix possui a liberação, emitida pelo governo federal, para operar mercadorias em tráfego de cabotagem.
Neste ano, o Porto Ponta do Félix prevê aumentar em 65% a movimentação de cargas. O terminal é multipropósito, com capacidade para movimentar e armazenar diferentes tipos de cargas, como fertilizantes, açúcar ensacado, sal, malte, trigo, pellet de madeira e alimentos. “Investimos cada vez mais na customização do serviço, para atender a demanda dos clientes e assim aumentamos também a diversidade dos itens movimentados”, afirma o presidente do Porto Ponta do Félix, Gilberto Birkhan.
Novos investimentos
Ao longo dos próximos meses, o Porto Ponta do Félix também contará com novos armazéns, que possibilitam o aumento de 85% da capacidade de armazenagem, passando de 280 mil toneladas para 520 mil toneladas, de forma gradativa.
“O incremento da capacidade estática abre mercados em novos segmentos. Temos também no cronograma das operações, por exemplo, além da cabotagem de trigo, a importação de barrilha, que é um produto a base de sódio usado pela indústria para a produção de alimentos”, ressalta Birkhan.
Neste início de ano, o Porto também completou os investimentos em novas defensas marítimas, equipamentos que proporcionam mais segurança durante a atracação dos navios. As defensas servem para amortecer o impacto resultante do encontro entre um navio e a estrutura de atracação, reduzindo os riscos de avarias.
“Primamos pela segurança e, com relação às embarcações, não pode ser diferente. As melhorias devem atrair ainda mais navios para Antonina, por seguir rigorosamente os padrões de instalações portuárias seguras a nível mundial”, finaliza Birkhan.
Porto Ponta do Félix
O Porto Ponta do Félix é uma empresa privada, concessionária do terminal portuário público multipropósito de Antonina – fundada em 1995.
A concessão se deu através de contrato de arrendamento outorgado pela Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina – APPA.
Em 2000, foi inaugurado o cais de atracação e iniciou-se exportação de produtos refrigerados, produtos florestais e aço.
Em 2009, a FTS Par assumiu a gestão do Porto Ponta do Félix e iniciou uma nova fase nas diretrizes do contrato de arrendamento do Terminal Portuário, focado principalmente na conversão da vocação do terminal, antes predominantemente de carga refrigerada, para carga geral e a granel.
A Fortesolo atua diariamente nas operações de descarga de fertilizantes no Porto de Paranaguá.
São 35 anos de expertise, oferecendo agilidade e qualidade nas operações portuárias.
Nossas operações contam com:
Empilhadeiras
Funis
Pás carregadeiras
Bob cat
Geradores próprios
Sistemas integrados
Equipes que coordenam operações 24 horas por dia
Traga a sua empresa para realizar operações conosco em Paranaguá!
Acesse nosso site:
O Porto Ponta da Félix está na mídia.
Os portais de notícias do país destacam a expectativa de movimentação para 2023: 2,5 milhões de toneladas de cargas.
Para o diretor-presidente do Porto, Gilberto Birkhan, o crescimento do volume e da variedade de cargas dá ao terminal um novo patamar no estado.
“Antonina está trabalhando com novos tipos de carga, o que é algo inédito. Trabalhamos com sal, malte, trigo, pellet de madeira e alimento exportado para a Venezuela, cargas que não havia precedente de operação no Porto Ponta do Félix. Isso nos consolida como porto complementar e aliado do Porto de Paranaguá”, diz ele.
Conheça mais sobre o Porto Ponta do Félix.
O Brasil é um dos principais produtores de alimentos do mundo. O clima favorável para o plantio e os recursos naturais, como água, solo e luz, contribuem para o ótimo desempenho.
Além disso, o país também investe em tecnologia no campo, auxiliando para aumentar a diversidade de culturas e fazer com que as safras sejam cada vez mais produtivas.
Os fertilizantes são compostos importantes para garantir o desenvolvimento agrícola.
Estes insumos fornecem às plantas os nutrientes necessários para um desenvolvimento saudável e alto rendimento.
A Fortesolo é especializada na movimentação e armazenagem de fertilizantes. Estamos há 35 anos neste mercado, atuando no Porto de Paranaguá, um dos principais portos brasileiros.
Saiba mais em
Em 2023, a expectativa do Porto Ponta do Félix é movimentar 2,5 milhões de toneladas de cargas, 65% a mais em comparação ao ano passado.
O incremento vem acompanhado da diversificação nas operações e investimentos em infraestrutura.
Novos armazéns vão possibilitar o aumento de 85% da capacidade de armazenagem, passando de 280 mil toneladas para 520 mil toneladas, de forma gradativa.
“O incremento da capacidade estática abre mercados em novos segmentos. Temos no cronograma das operações, por exemplo, a cabotagem de trigo e importação de barrilha, que é um produto a base de sódio usado pela indústria para a produção de alimentos”, destaca o presidente do Porto Ponta do Félix Gilberto Birkhan.