Fortepar inicia operação de armazenagem de açúcar no Porto de Paranaguá com capacidade instalada para giro de até 60 mil toneladas/mês

A Fortepar, terminal de carga geral e açúcar ensacado do grupo FTSpar, iniciou a operação do novo armazém localizado no interior do Porto de Paranaguá, ampliando sua capacidade operacional e integrando uma infraestrutura projetada para suportar até 60 mil toneladas/mês em giro logístico. A entrada em operação consolida a expansão do terminal dentro do plano de investimentos previsto no contrato de arrendamento, reforçando a oferta de soluções para exportadores e importadores que dependem de processos eficientes de movimentação, estufagem, armazenagem e expedição.

Novo Armazém Fortepar
Foto: Armazém Fortepar

Segundo Marcelo Alves, Diretor de Negócios Sucroalcooleiros e de Carga Geral da FTSpar, a nova fase operacional marca um avanço significativo na capacidade do terminal de atender produtos ensacados e cargas gerais não conteinerizadas.

“Estamos iniciando as operações da Fortepar no AZ 6 AB, alinhados aos investimentos contratuais e preparando o terminal para uma matriz logística mais diversificada. Além da operação consolidada de açúcar em sacas e big bags, ampliamos o atendimento para cargas de diferentes naturezas. O fato de operarmos em área alfandegada gera vantagens tarifárias e regulatórias ao exportador e ao importador, aumentando a competitividade da cadeia logística”, afirma Alves.

O primeiro lote incorporado ao novo fluxo operacional é composto por açúcar ensacado em unidades de 50 kg, destinado a mercados da África, Oriente Médio e América Latina. O armazém possui 6.651 m² de área construída e foi desenvolvido com layout otimizado para operações de alta rotatividade. A estrutura é orientada a fluxos contínuos de recebimento, armazenagem e expedição, com ênfase em operações break bulk, que exigem sincronização entre a retroárea e o costado.

Um dos principais diferenciais competitivos da instalação é a proximidade ao berço 205, situado a apenas 100 metros. Esse arranjo físico reduz tempos de ciclo entre armazém e embarque, mitigando gargalos e mantendo a produtividade das janelas portuárias. A menor distância operacional também reduz custos internos e possibilita maior previsibilidade nos indicadores-chave de desempenho, como toneladas/hora e tempos de atracação versus operação.

Para Giovanni Araújo, diretor da Fortepar, a ativação do armazém reforça a estratégia de ampliar a capacidade de resposta do terminal às demandas globais do setor sucroenergético e de carga geral.

“Esta nova etapa representa um avanço significativo na eficiência e na competitividade do Porto de Paranaguá. O terminal está preparado para entregar operações de açúcar em break bulk e carga geral com menor variabilidade operacional, maior controle de processo e aderência às exigências regulatórias. Nosso compromisso é garantir alto padrão de performance, qualidade e agilidade ao mercado”, aponta Araújo.

O Consórcio Canal da Galheta Dragagem, formado pela FTSpar pelo grupo Belga Deme, venceu, na Bolsa de Valores de São Paulo (B3), o leilão do canal de acesso ao Porto de Paranaguá – o segundo maior porto público do Brasil – com um lance de 276 milhões de reais. Nos próximos cinco anos, fica com a iniciativa privada o dever de investir mais de R$ 1,2 bilhão de reais em melhorias como sinalização, dragagem e aumento do calado, que é a distância entre o ponto mais profundo da embarcação e a superfície da água. O consórcio será responsável por garantir o aumento da profundidade atual que é de 13,3 metros para15,5 metros. Isso vai permitir que navios maiores acesso o porto.

FTSpar e Deme Concessions
Fotos: Andre e Deme

“Essa conquista de um canal de acesso para a iniciativa privada é uma conquista que beneficia a todos. Operadores, importadores, exportadores e sobretudo o Brasil. O Porto de Paranaguá já é reconhecido como o mais eficiente do país e agora vai continuar sendo o mais eficiente. E a gente vai trabalhar bastante para isso, com toda certeza. E com mais eficiência, com mais capacidade e com mais recursos, o Paraná se consolida como um dos grandes, se não como o maior protagonista da infraestrutura nacional”, diz Andre Maragliano, CEO da FTSpar.

A área arrendada tem 34,5 quilômetros. O trecho aquaviário vai da ilha do mel até Antonina, no litoral do Paraná, e contrato vale por vinte e cinco anos. O chamado canal de acesso é a rota que permite a entrada e a saída das embarcações. O Porto de Paranaguá é o maior corredor de exportação de proteína animal do Brasil e um dos principais portos graneleiros do mundo.

A iniciativa foi liderada pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ). A expansão do canal deve aumentar a capacidade operacional do Porto de Paranaguá que é uma das principais rotas de exportação da América Latina.

Segundo o Ministério de Portos e Aeroportos, atualmente, passam pelo Porto de Paranaguá, em média, dois mil e seiscentos navios ao ano. A nova concessão deve elevar a eficiência operacional e o protagonismo do Porto no comércio internacional.

A iniciativa é inédita e o plano é aplicar este modelo de leilão em outros canais de acesso do país como o de Santos, no litoral paulista, e o de Itajaí, em Santa Catarina.

Sobre a FTSpar

A FTSpar é uma holding que controla empresas especializadas em soluções logísticas integradas e que têm expertise no atendimento de clientes de ponta a ponta, seja no agenciamento marítimo, nas operações portuárias, na armazenagem, no envase de produtos, transporte rodoviário e pátios para caminhões.

A FTSpar iniciou as atividades em 1987, por meio da empresa Fortesolo, em Paranaguá, no litoral do Paraná. Hoje, o grupo está presente em diversas regiões do Brasil como São Paulo, Vitória, Rio Grande do Sul e Maranhão.

Carga deixa o Brasil com destino à França em cargueiro sustentável

Aproximadamente 600 toneladas de café orgânico e cacau, produzidos em São Paulo, Espírito Santo, Minas Gerais e Pará, estão sendo embarcados no Porto de São Sebastião, no Litoral Norte Paulista, pela Seaforte, operador portuário especializado em cargas customizadas, do grupo paranaense FTSpar.

O produto, que é 100% de forma sustentável, será exportado sem causar grandes impactos ao meio ambiente. Para isso, foi escolhido um navio veleiro, com zero emissão de carbono e que não polui o oceano. A embarcação, que tem 81 metros de comprimento e 12 metros de largura, deixa o Brasil nesta semana e segue para o Porto de Le Havre, na França, em uma viagem de 20 dias.

“Quando iniciamos o processo de exportação, a empresa logo entendeu a importância de utilizar uma embarcação que segue tudo aquilo que acreditamos, pois cada um é importante para que a mudança ambiental ocorra e 10 anos, como se prevê, passa rápido”, avalia Marcos Croce, produtor do café transportado.

A operação é feita pela Seaforte, empresa do grupo FTSpar, especializada em logística portuária de carga e descarga de navios.  Para o diretor de logística da FTS, Rafael Moura, a ação é emblemática e histórica para todos os envolvidos, além de representar um passo importante para o setor logístico brasileiro e mundial. “Falamos de uma carga especial que é o café brasileiro e, também, o nosso cacau 100% rastreável, tudo dentro de uma cadeia sustentável, desde o plantio, cultivo e a colheita, até este momento em que essa carga especial seguirá seu destino a Europa, em um transporte marítimo único, que oferece a redução da emissão de gases poluentes”, explica Moura.

Porto Ponta do Félix superou o volume em 2024 e Fortepar cresceu mais de 200%

O grupo paranaense FTSpar, especialista em infraestrutura logística, operações portuárias de importação e exportação de cargas diversas, segue colhendo frutos dos bons resultados alcançados em 2024. O saldo positivo e crescimento expressivo nas empresas foram as marcas do último ano e apontam para o mesmo cenário em 2025.

O Porto Ponta do Félix, que fica em Antonina, no litoral do estado, registrou recorde de movimentação. No acumulado do ano passado, foram 2 milhões de toneladas operadas, o que representa um aumento de quase 50% em relação a 2023.

Fertilizantes a granel, produtos em big bags, açúcar VHP a granel, açúcar ensacado, malte, pellets de madeira, trigo e farelo de soja estão na lista dos produtos movimentados que alavancaram este crescimento.

“Somos um porto multipropósito e isso nos diferencia no Comércio Exterior e nas negociações internacionais”, destaca o CEO da FTSpar, Andre Maragliano.

Crescimento no Porto de Paranaguá

Em Paranaguá, a Fortepar  – o primeiro terminal de Paranaguá especializado em carga geral e açúcar ensacado que compõe o Grupo FTSpar – cresceu mais de 200% no período de um ano. As operações iniciaram em 2023 e, naquele ano, somaram 150 mil toneladas movimentadas. Já em 2024, saltaram para 465 mil toneladas – impulsionadas por produtos como açúcar ensacado e fubá de milho. 

Resultados em Vitória, no Espírito Santo

Com empresas em outras regiões do país, a FTSpar alcançou resultados significativos. Destaque, também, para as operações desenvolvidas em Vitória, no Espírito Santo, por meio da Forteleste, que movimentou quase 700 mil toneladas de produtos e obteve, em 2024, aumento de 55% nas operações em relação ao ano anterior.

“Foram as operações diversificadas com breakbulk, fertilizantes, malte, cevada, produtos em big bags e carga de projetos que permitiram esse avanço. Estamos falando de uma estrutura de ponta com armazéns em retro área com capacidade para mais de 100 mil toneladas, e armazéns alfandegados em área primária, com capacidade de armazenamento para mais de 50 mil toneladas. Para este ano, prevemos um crescimento ainda maior”, projeta Ricardo Collares, Diretor Comercial da FTSpar.

História em São Sebastião

A Seaforte Operações Portuárias também tem feito história. A empresa que fica no Porto de São Sebastião, no litoral Norte de São Paulo, retomou a exportação de café depois de sessenta anos.

Mais de 8 mil toneladas de café verde produzidos em Minas Gerais e São Paulo foram embarcadas com destino à Alemanha.

Também foi a Seaforte a responsável por embarcar para a França 600 toneladas de café orgânico e cacau, produzidos em São Paulo, no Espírito Santo,em Minas Gerais e no Pará. Em uma operação inédita no país, o produto, que é 100% sustentável, foi enviado em um navio veleiro-cargueiro, com zero emissão de carbono e que não polui o oceano.

“Isso marcou a história do Comércio Exterior no Brasil. Foi tudo dentro de uma cadeia sustentável, desde o plantio, cultivo e a colheita, até o envio para a Europa em um transporte marítimo único, que oferece a redução da emissão de gases poluentes”, diz Rafael Moura, Diretor de Desenvolvimento de Negócios da FTSpar.

Mais de 78 mil toneladas do produto são movimentadas desde o fim de semana.

O navio Tai Knighthood, vindo da China, dos portos de Tangsahn e Nanjing, atracou neste fim de semana no berço 211 do Porto de Paranaguá. Exportado pelo trader Bestwin e representado pela Bulkfertz no Brasil, a embarcação carregada com mais de 78 mil toneladas de fertilizantes bateu recorde no volume do produto importado de uma única vez. A Fortesolo, empresa do grupo FTSpar, é uma das operadoras que atuam na descarga e no armazenamento da carga que tem como destino diferentes regiões do país onde há forte produção agrícola.

“Existe uma tendência no mercado de fertilizantes que é a contratação de navios Panamax. Ano passado nós operamos treze navios deste porte, totalizando cerca de 320 mil toneladas; esse ano já operamos nove e estamos esperando o décimo, previsto para o mês de junho. Nós nos preparamos tanto com expertise em treinamento de pessoal quanto com equipamentos, porque são navios que, sem os guindastes, exigem a estrutura adequada de terra” explica Jailson Luz, COO da FTSpar.

O Porto de Paranaguá é um dos principais canais de importação de fertilizantes do Brasil. No fim de 2024, diversos berços tiveram aumento de calado e passaram a ter mais 30 centímetros de profundidade. Essa mudança permite a atracação de navios maiores e mais pesados no litoral paranaense. O diretor de operações da Portos do Paraná, Gabriel Vieira, ressalta que o investimento em infraestrutura marítima acompanha as mudanças mundiais que reforçam a necessidade de reduzir o custo logístico nas negociações internacionais.

“O mundo portuário, assim como o mundo do Comércio Exterior avançou muito nos últimos anos e com essa nova demanda, surgiu a necessidade de navios maiores, com maior capacidade e redução do custo logístico. Então, nós estamos, sim, preparados para receber esses navios de grande porte”, avalia Vieira.

Foto: Navio Tai Knighthood – Porto de Paranaguá. Foto: Comunicação APPA

O Porto Ponta do Félix tem orgulho de seu compromisso com a conservação desse ecossistema único. 

Nossa equipe, em parceria com pescadores e catadores de materiais recicláveis, se dedica constantemente à limpeza e preservação do manguezal. Realizamos regularmente campanhas de coleta de resíduos.

Quando se trata de transporte de cargas, a opção de cabotagem tem provado ser uma solução eficiente e econômica para nossos clientes e contribuir para um futuro mais sustentável.

Junte-se a nós na jornada e veja como a Porto Ponta do Félix está liderando o caminho na indústria de transporte marítimo!

Ventos fortes podem dificultar a atracação, partida e operações de carga e descarga de navios, exigindo uma coordenação cuidadosa. As chuvas intensas podem afetar a visibilidade e tornar as operações mais arriscadas.

Essa interdependência entre clima e operações portuárias destaca a importância da previsão meteorológica precisa e da coordenação eficaz para garantir que o comércio global continue a fluir de maneira segura e eficiente.

Antonina é uma comunidade que nos acolheu de braços abertos e desempenha um papel vital em nossa jornada, abrigando nossas empresas, que não apenas geram empregos, mas também movimentam a economia local de maneira significativa.Nossa parceria com Antonina é uma fonte de orgulho, e estamos comprometidos em contribuir para o crescimento e o bem-estar de todos os seus habitantes.

Na Ftspar, acreditamos que um time saudável é o nosso ativo mais valioso, e incentivamos todos os nossos colaboradores e parceiros a fazerem exames regulares e a adotar hábitos saudáveis. A prevenção é o melhor caminho para a saúde e bem-estar.

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